Não foi fácil fazer uma mala para uma viagem de duas semanas ao Japão. Não posso levar tudo e preciso escolher muito bem o que levar. É preciso saber o que é prioridade e o que pode ser deixado de lado.

A primeira decisão foi a escolha da mala. Uma vez que vamos andar a saltar de cidade em cidade optei por levar uma mochila de campismo em vez de um trolley.
Comigo na cabine vai um saco de ginásio pequeno com o essencial para uma viagem de +/- 20h e levo uma mochilinha de costas pequenas guardada para andar lá, mas vamos por passos.

Comecei por elaborar uma lista de todos os itens que iria precisar. Fiz a lista atempadamente para ter tempo de preparar tudo, ou seja, garantir que a roupa que queria levar estava lavada e passada. Com esta lista não precisei de andar a fazer compras de última hora.

Organizei a lista por:
Roupas e acessórios: calças, casacos de malha, bikini/fato de banho, roupa interior, cintos e tops. Levo roupa para qualquer condição meteorológica, ou seja, levo “camadas”.
Calçado: uns chinelos e um par de sapatilhas
Produtos de higiene e beleza: Shampoo, gel de banho, creme hidratante de corpo e rosto, base, blush, lápis olhos, rimel, toalhitas desmaquilhantes, protetor solar, escova e pasta dos dentes.
Itens Eletrónicos: Tablet, máquina fotográfica, action cam, carregador, adaptador de corrente, baterias, etc
Medicamentos: Levo uma grande variedade a pensar em qualquer situação: adalgur, brufen, imodium, pensos, etc
Outros Artigos: Mapas, Guarda-Chuva, Livro, Snacks (estes não podiam faltar!).

Na hora de colocar todos os itens na mochila, comecei por enrolar as roupas em vez de irem dobradas. Fiz pequenos rolos e fui fazendo camadas, espero que as peças cheguem ao seu destino com menos vincos e dobras.
No fundo da mala, coloquei um saco para colocar as roupas sujas.

Comigo vão apenas alguns itens essenciais:
– Máquina Fotográfica & Action Cam (nem pensar em deixá-las na mala de porão)
– Tablet e Auriculares (para me entreter durante tantas horas de voo)
– Telemóvel, carregador e powerbank (admito que não sou a melhor pessoa a fazer gestão da bateria do meu telemóvel)
– Cartões de Crédito e Dinheiro
– Bilhetes de Avião e Documentos de Identificação (Passaporte e Cartão de Cidadão)
– Almofadinha de viagem (para fazer umas belas sonecas)
– Óculos de Sol e lenço/cachecol
– Snacks (óbvio que não podem faltar, para além disso a comida do aeroporto para além de muito má é carissíma!)

Para além disto tudo, antes de viajar certifico-me sempre que:
– Tinha bateria carregada no tablet, telemóvel, máquina fotográfica e powerbank;
Música/Filmes/Séries no telemóvel/tablet para ver em modo offline;
– Tours feitas no Visit a City em modo offline;

Vê aqui mais algumas dicas.

Para ficares a par das novidades,
segue-nos no Facebook aqui
e/ou no Instagram @elacozinha,

Se quiseres entrar em contacto comigo envia-me um e-mail para elecozinhaelalava@gmail.com

Nova Iorque e Japão eram duas das minhas viagens de sonho. Há dois anos realizei uma delas e visitamos Nova Iorque, daqui a duas semanas partimos rumo ao Japão.

Não tenho familiares japoneses, nem nada semelhante, mas adorava anime e mangá. O primeiro contato foi através do canal Locomotion quando surgiu a Cabovisão e o “bichinho” pegou, assim que tive internet via anima e lia mangás, visto que em Portugal a cultura japonesa não tinha muita visibilidade e esta era a única maneira de obter mangás. Quando viajava, aproveitava e comprava alguns quando encontrava.

Após Nova Iorque, Japão era o próximo grande destino.
Esta viagem requereu muito maior planeamento que Nova Iorque, foi necessário estabelecer antecipadamente um roteiro para decidirmos e reservamos o alojamento assim como ponderar a compra do Japan Rail Pass.

1) Viagem

Através do Google Flights criei uma notificação que me dava a indicação da tendência dos preços e acabamos por reservar os nossos bilhetes na Lufthansa. Vamos do Porto para Tóquio, fazendo uma escala em Frankfurt e depois voltamos a partir de Osaka, com escala em Tóquio e Frankfurt antes de chegarmos finalmente ao Porto.

2) Visto

A Lei mudou e atualmente o Japão mantém um acordo para isenção de visto com Portugal. Portanto, um português pode estar no Japão durante uma estadia inferior a 90 dias sem necessitar de visto.

3) Passaporte

Para viagens fora da União Europeia é obrigatório a apresentação do passaporte, o cartão de cidadão de pouco serve fora da Europa. Certifiquem-se de que o vosso passaporte está dentro da validade, mínimo de 6 meses,  se estiver caducado devem tratar da renovação dos documentos o quanto antes. Um passaporte novo ou a renovação do mesmo tem um custo de 65€.

4) Roteiro

O Japão é GIGANTE e é necessário estabelecer um roteiro. É necessário tomar decisões difíceis porque não dá para visitar tudo. As opções são mais que muitas e o tempo é limitado que inevitável temos que deixar coisas muito interessantes de fora, mas isso é apenas um motivo para lá voltar no futuro, né? Vamos 15 dias e para já está decidido visitarmos Tóquio, Monte Fuji, Quioto, Nara e Osaka.

Apesar disso queremos aproveitar ao máximo e tal como fiz para Nova Iorque, utilizei o Visit a City,  onde podem consultar já roteiros pré-definidos ou fazer o vosso. Criei 3 iterários: Um para Tóquio + Monte Fuji, Um para Quioto + Nara e um para Osaka. Depois de organizar o roteiro fiz download do mesmo para conseguir ver em modo offline.
Esta é uma óptima ferramenta pois ao adicionar um novo ponto de visita ele calcula qual o melhor dia em que essa visita se enquadra no roteiro, tendo em conta a proximidade com os restantes.

5) Deslocação

Existe o Japan Rail Pass é um passe de comboios válido durante um período de 7, 14 ou 21 dias consecutivos, criado especificamente para viajantes estrangeiros que pretendam visitar o Japão e tem de ser comprado antes de chegar ao Japão, mas o preço pode assustar. Se bem utilizado, ele ajuda a poupar muito dinheiro em transportes.
Convém analisar muito bem o roteiro e se realmente compensa a sua compra ou não. Para ajudar nesse processo, acede ao site da HyperDia e soma o preço de todas as deslocações que terás de fazer. Compara com o preço do JR Pass aplicável (7, 14 ou 21 dias) e opta pela opção mais barata.

Comprar ou não o Japan Rail Pass foi das decisões mais demoradas que tivemos de tomar.
Uma vez que em Tóquio não se consegue utilizar o Japan Rail Pass e o voo de volta parte de Osaka e essa seria uma deslocação a menos (porque maior parte das pessoas regressa a Tóquio) optamos por não comprar o Japan Rail Pass.

Uma vez que vamos viajar com um casal amigo optamos por reservar um carro durante 4 dias. Vamos de Tóquio para o Monte Fuji e depois de lá para Quioto, onde deixamos o carro. Existe uma taxa extra para deixar o carro numa localização diferente, mas acaba por compensar. Para conduzir no Japão é necessário a carta Internacional, basta ir ao IMT e pedir. A carta tem o custo de 30€.

6) Dinheiro & Cartões de Crédito/débito

As pessoas com quem falei que foram ao Japão tiveram imensos problemas com os cartões de crédito e débito. Para já vamos levar Ienes Japoneses que pedi no banco uma vez que lá as taxas de câmbio são um roubo por isso aconselho-vos a “encomendar” Ienes Japoneses antecipadamente junto do vosso banco.
 DICA: Para facilitar é transformar os ienes em dólares, dividindo por 100. Se uma coisa custa ¥1.000, então isso corresponde a aproximadamente US$10 e é mais fácil depois calcular em euros.

7) Alojamento

Em qualquer das viagens que faço, procuro hotéis até à exaustão, na tentativa de reduzir o orçamento da viagem para depois ter mais margem para outras coisas durante a viagem. Convém reservar com antecedência para obter os melhores preços, por isso é importante ter já o roteiro planeado.

Como sabem, uso sempre o airbnb e o booking nas minhas viagens, e o caso do Japão não foi exceção.
Tanto num como noutro podem ver os comentários de outros hóspedes sobre os hotéis/habitação, a pontuação atribuída ao mesmo, condições do quarto e por vezes encontram promoções e ofertas de última hora. Pessoalmente, gosto mais do booking porque permite cancelar as reservas sem custos e isso dá alguma tranquilidade caso seja necessário mudar o itinerário caso necessário.



Booking.com



Booking.com



Booking.com

8) Diferença Horária

No Japão a diferença é de mais 9 horas do que em Portugal, por isso já vamos preparados para uma direta na primeira noite e para lidar com o jetlag quando regressarmos.

9) Quando viajar

Escolhemos o mês de Abril, por ser a melhor altura para vermos as cerejeiras em flor, mas este ano elas pregaram uma partida e já começaram a florescer, espero ainda conseguir apanhar alguma coisa. Para além disso, as estações são muito semelhantes às nossas e parece que irá estar um clima ameno.

10) Internet

Viajar para um sítio onde não se fala a língua e não se consegue perceber absolutamente nada do que está escrito pode ser um desafio. Por isso, nada melhor que um telemóvel com internet para tirarmos qualquer dúvida necessária. Podem optar pelo Pocket Wi-fi ou por um Cartão Sim Card. Optamos pelo Cartão Sim que dá para 15 Dias, 3GB e custa apenas 23€. Compramos aqui.

11) Mala

Vou optar por levar uma mochila de campismo em vez de mala de rodinhas gigante para ser mais fácil entre deslocações. Na mochila vou levar apenas mudas de roupa para uma semana com esperança de a conseguir lavar durante o percurso. Porque colocar roupa para duas semanas numas mala é quase missão impossível. Para além disso, convém deixar espaço para todas as lembranças que vou trazer de lá!

Resumindo

Planear uma viagem ao Japão requer tempo, paciência e vontade. Há quem goste de planear conforme as coisas vão acontecendo, mas esse não é o meu estilo. Para além disso, planear a viagem dá-me imenso prazer. Adoro fazer a pesquisa e encontrar coisas sobre os quais nunca tinha ouvido falar, decidir onde ir e o que fazer. No entanto deixo sempre margem para o imprevisto, nada está escrito em tinta permanente.

 

Se tens dicas interessantes partilha comigo! 🙂



Booking.com

 

Para ficares a par das novidades,
segue-nos no Facebook aqui
e/ou no Instagram @elacozinha,

Se quiseres entrar em contacto comigo envia-me um e-mail para elecozinhaelalava@gmail.com

Foi no Foodie Meetup da Zomato Portugal, no passado dia 17 de Janeiro que fiquei a conhecer o restaurante MISTU. Um projeto dos responsáveis de um dos restaurantes mais badalados da Baixa do Porto, o Restaurante Flow.

Ricardo Graça Moura e Paulo Freire reabilitaram uma antiga serralharia e com ajuda de Rui Mingatos, chef executivo do Flow criaram um espaço acolhedor e uma carta com pratos do mundo.

O Mistu apresenta uma carta com imensas sugestões, dá agradar a gregos e troianos e o conceito é o de partilhar. Existem “pratos seguros”, mas aqui o melhor mesmo é arriscar! O chef consegue incorporar vários conceitos gastronómicos e criar um prato que desperta os cinco sentidos.

A carta divide-se entre sugestões frias e quentes e tive a oportunidade de degustar o Ceviche de Peixe Branco, Crudo de Salmão e Maracujá, “Causa” de Caranguejo de Casca Molhe e Abacate, Salada de Pato, Romã, Maça, Pinhões e Molho Hoisin. E a noite não se ficou por aqui! Foi-se prolongado com o Polvo acompanhado de Batata Doce, Edamame e Ovo a Baixa Temperatura, o Cupim de Boi com Puré de Abóbora e Cogumelos e um delicioso NY Strip Steak Maturado com puré de couve-flor. E, por fim, mas não menos importante o Fondant de Dulce de Leche, a Semi Esfera de Caramelo e Flor de Sal, a Tapioca de Gengibre e gelado de amendoim e a Panna Cotta de Manga com sorvete de Maracujá.
O conceito é dividir todos os pratos, mas eles são tão deliciosos que queremos é mesmo um de cada só para nós!

O Mistu não é um restaurante para se vir só comer, mas sim para vivenciar uma experiência. Desde a apresentação até à combinação de sabores, o Mistu não desilude. Arrisquem num prato que não conheçam tão bem, tenho a certeza que não se vão arrepender!

Se desejares apenas tomar um drink, existe um bar no primeiro piso com imensos e deliciosos cocktails de autor.

Zomato Gold
O Zomato Gold é uma subscrição (2 semanas / 6 meses / 12 meses) que te dá acesso a mais de 300 restaurantes em Lisboa com 2 por 1 – ou seja oferta de um prato em cada refeição. Todos os nossos seguidores podem ter um desconto de 25% na subscrição, basta utilizar o código ELACOZ no checkout.

O Zomato Gold é super fácil de usar: Só tens que subscrever, mostrar o teu telefone no restaurante e desfrutar da refeição.


Restaurante Mistu

MISTU Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Facebook Zomato | Website
Rua do Comércio do Porto, 161, Porto

Para ficares a par das novidades,
segue-nos no Facebook aqui
e/ou no Instagram @elacozinha,

Se quiseres entrar em contacto comigo envia-me um e-mail para elecozinhaelalava@gmail.com

O ano passado passei um fim-de-semana no Talasnal, desta vez a aldeia escolhida foi a de Gondramaz.  Esta é uma aldeia “perdida”,  à volta não existe civilização, apenas Natureza.

Após as Aldeias do Xisto terem passado por período de desertificação e abandono, hoje assiste-se a um repovoamento e renovação das casas e respectivas comunidades para fins turísticos. Uma aldeia de xisto, toda restaurada. As aldeias encontram-se restauradas e com imensas casas rurais.

Escolhemos a casa rural Mountain Whisper e ficamos na Casa Mãe, quando chegamos à noitinha e os aquecedores estavam ligados e a lareira estava a chamar por nós espera. A casa tinha um vidro de cima a baixo com vista direta para a Serra. A decoração era de bom gosto, simples e acolhedora, quase que nos sentimos em casa e a verdade é que com o frio que se fazia sentir, nem nos apetecia muito sair da mesma.

No dia seguinte o tempo deu tréguas e estava um belo dia de sol para a nossa caminhada pelos trilhos.  Apressamo-nos a tomar o pequeno-almoço e a preparar as coisas para a caminhada que apesar de curta foi um desafio. Um trilho bem mais difícil do que aquela que fizemos no Talasnal, com encostas íngremes e um piso escorregadio que passava pelo Penedo dos Corvos, com uma espectacular vista sobre o vale.

Antes de dares início à caminhada certifica-te que levas contigo o essencial:
– Água;
– Snacks;
– Sapatilhas de Montanha ou Trail;
– Roupa adequada ;
– Bastão de caminhada, para percursos mais longos e para quem tiver mais dificuldades;
– Proteção solar (mesmo no Inverno);
– Um relógio com GPS, para te conseguires orientar pelo caminho;

No Domingo aproveitamos o dia para visitar os pontos das instalações “Isto é Lousã“, fomos ao Baloiço do Trevim, às letras no Chiqueiro, e à moldura. Aproveitamos para almoçar por Mirando do Corvo e com muita pena voltamos para casa. A verdade é que não queríamos deixar a Lousã. É para aqui que dá vontade de fugir todos os anos, de tudo e de todos (nem rede há). Aqui encontramos a paz, sossego e renovamos energias.

Para ficares a par das novidades,
segue-nos no Facebook aqui
e/ou no Instagram @elacozinha,

Se quiseres entrar em contacto comigo envia-me um e-mail para elecozinhaelalava@gmail.com

Já não é a primeira vez que visitamos a Holanda e sempre que existe uma promoçãozinha nós aproveitamos para uma escapadela. Desta vez resolvemos ir visitar uns amigos a Utreque.

Apanhamos o avião em Lisboa diretamente para o aeroporto de Schiphol, passamos a noite em Amesterdão e aproveitamos para dar umas voltinhas pelas ruas, apesar do tempo estar bastante fresquinho!

O que fazer em Amsterdam

Aconselho vivamente a tour de barco pelos canais, uma ida ao Red Light District (um conselho: não tires fotos às meninas) e aproveita ainda para visitar o Museu de Van Gogh, realizar a Experiência Heineken (tour), visitar o Museu da Madame Tussauds, dar um passeio pela Praça Dam, conhecer o Vondelpark, visitar o Rijksmuseum ou a casa de Anne Frank (ela está atualmente a sofrer remodelações por isso devem reservar os bilhetes online com antecedência pois tanto o número de visitas como os horários são limitados). Na praça dos museus podes tirar a típica foto com o “I AMSTERDAM”

Visitar Utreque

No final do dia apanhamos o comboio para Utreque (Utrecht na língua Holandesa), uma cidade no coração da Holanda com imensa história e com imensos canais, tipicamente característicos da Holanda. É também conhecida pela torre do Domo, com 112 metros de altura, a torre de igreja mais alta do país. É uma cidade com muita gente, imensos restaurantes e muitos bares.

O que visitar em Bruges

Um dos motivos que nos incitou a visitar esta cidade foi o filme In Bruges, com Colin Farrell e Ralph Fiennes, de humor negro.

BELFRY – o Campanário de Bruges
É lindo por fora, para além disso podes subir os seus 366 degraus e admirar a vista panorâmica da cidade.

Existe muita coisa para visitar, mas apenas tínhamos interesse em visitar a famosa torre do filme e aproveitamos o resto da tarde para passear pela pequena cidade e descontrair ao quentinho num café típico.
Apenas passamos uma tarde na cidade de Bruges, mas saímos completamente encantados com o seu charme.




Booking.com

Onde  e o Que Comer

Hoje em dia sem a limitação do roaming é muito fácil aceder ao tripadvisor e ver quais os restaurantes que estão perto de nós, ver comentários e pontuação dos mesmos. No entanto vou deixar aqui as minhas escolhas:

Carousel Pancake House, Amesterdão
Existem imensos sitios para comer as tão deliciosas waffles, mas optei por andar um pouquinho mais até este cafézinho. Aqui podem encontrar as Poffertjesas mini panquecas tipicamente holandesas, e recomendo vivamente, estavam uma delícia, já as waffles são boas, mas nada de especial.

Stroopwafel
O stroopwafel é um biscoito de típico holandês. Em qualquer lado vocês vão ver estas bolachinhas à venda, até nas roulotes de rua. Cá em Portugal vocês já encontram em imensos sítios à venda. Da última vez que fui lá fiquei com o bichinho de antes de me deitar beber um cházinho e comer uma bolachinha destas e cheguei a comprar no Celeiro.

SLA
Na Holanda já existe imensa oferta no que toca a comida saudável, opções vegetarianas, sem glúten e sem lactose. Aqui é fácil combinar o estilo de vida saudável com uma vida agitada. O SLA é um restaurante de saladas orgânicas, aqui podes comer bem, saudável, limpa e forma consciente.

GYS, Utrecht
É também um restaurante de alimentos e bebidas biológicas, mas possui mais do que saladas no seu menu. Enquanto o SLA por norma está bastante vazio, este está quase sempre abarrotar!

Bagels & Beans, Utrecht
Um restaurante pequeno, com alguns produtos biológicos, bagels sempre frescos e deliciosos. O sítio ideal para comer um bom Bagel.

Rocking Chair, Utrecht
Um lugar bastante badalado por Utrecht, ideal para um lanche ou pequeno-almoço. Deste Scones, Banana Bread a Matcha Latte. Imensas opções saudáveis, sem glúten e sem lactose. Vale a pena a visita!

Kruidnoten
Tal como o Ferrero rocher, o Kruidnoten só aparece nesta altura do ano e são biscoitos típicos de Natal.

Gevulde speculaas
Também típico da época natalícia é um bolo que combina os   deliciosos condimentos do speculaas (gengibre, canela e noz-moscada) com pasta de amêndoa como recheio. Este docinho por norma só se encontra nos supermercado ou em padarias.

Go. Fre – Waffle on a Stick, Bruges
Passei por esta loja e fiquei a babar, não por ser apenas uma waffle num espeto, mas pelas imensos cobertos e combinações existentes. Dentro da loja é possível comprar para levar para casa, como fazer o teu próprio Waffle on a Stick com as coberturas desejadas e comer quentinho na hora. Uma ideia genial para comer uma delícia enquanto se visita o resto da cidade.

2BE BAR, Bruges
Um bar com uma entrada impressionante com uma invejável coleção de cervejas e respectivos copos e uma vista excelente para o canal da cidade.

 Os tradicionais chocolates
Em qualquer lado, quer em Amesterdão, Uterque ou Bruges, aproveita para comprar chocolates!

Já visitaram estas cidades? O que é que mais gostaram?

Para ficares a par das novidades,
segue-nos no Facebook aqui
e/ou no Instagram @elacozinha,

Se quiseres entrar em contacto comigo envia-me um e-mail para elecozinhaelalava@gmail.com

468x60_Saude