Tosta de Ovos Mexidos

O novo clube tem Brunch e Comida Saudável

Seguindo o princípio “…caminhar para uma vida mais saudável, uma vida mais equilibrada, mais feliz…” surge o Clube Lisboeta.
Está aberto todos os dias a partir das 8 horas (uma hora mais tarde ao fim de semana), serve brunch, almoços e jantares .

Fomos lá numa manhã de Domingo experimentar o Brunch. Existem duas opções: A primeira tem Panquecas de Cacau, banana e aveia, com calda de chocolate, Tosta de Ovos Mexidos, Requeijão, Pesto e brotos, Bowl de Iogurte, fruta, mel e granola, Café ou Chá e sumo do dia (16€). A segunda vem bem com Tostas de Abacate com Pico de Gallo e folhas verdes, Tapioca de queijo da Serra, Banana e Canela, Bowl de Iogurte Natural, fruta, mel e granola com nibs de cacau, café ou chá e um Sumo do dia(20€).

Pedimos os dois o primeiro menu, a segunda opção era tentadora, mas para mim Brunch tem que ter panquecas!

Estava tudo delicioso, mas parece que ficou a faltar qualquer coisa…fiquei com a sensação que tinha sido um pequeno-almoço reforçado e não um Brunch. Fiquei tentada a volta e experimentar a segunda opção, mas teria que adicionar umas deliciosas panquecas para acompanhar!

Para fazer parte deste clube não é preciso pagar quotas, basta aparecer!

Zomato Gold
O Zomato Gold é uma subscrição (2 semanas / 6 meses / 12 meses) que te dá acesso a mais de 300 restaurantes em Lisboa com 2 por 1 – ou seja oferta de um prato em cada refeição. Todos os nossos seguidores podem ter um desconto de 25% na subscrição, basta utilizar o código ELACOZ no checkout.

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Restaurante Mundo

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Rua da Escola Politécnica, 90, Príncipe Real, Lisboa

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Mundo

Fui convidada pela Zomato para uma experiência Gold no Mundo, no passado dia 1 de Outubro.

Mundo…o nome assenta que nem uma luva para este restaurante que promete uma verdadeira experiência gastronómica, tudo pelas mãos do chef João Lameiras, num espaço imaginado por José Ribeiro e Carlos Bravo.

Comecei por um dos cocktails de autor e um best seller: Asian Mule. A verdade é que tinha a minha cara e não desiludiu!
A ementa do “mundo” promete uma viagem pelos continentes, onde os sentidos são colocados à prova. A proposta aqui não é o prato típico da região, mas sim uma fusão de sabores, influências e de vários ingredientes. Cada prato é uma aventura e um verdadeiro puzzle se tentarem o descortinar.
Começamos a noite pelo Atum marinado, uma boa aposta que deixou no ar que o jantar prometia. Seguiu-se o Gravlax com “pão de ar” e horseradish, acompanhado com um shot de vodka, levamos aqui o kick fortíssimo para enfrentar o próximo prato: Tataki de presa de porco ibérico. Se eu tinha dúvidas acerca deste jantar, este prato deu cabo delas. Tiras fatiadas de porco ibérico cruas, com uma camada super chocante e um chutney adocicado. Estava feita a noite, pensava eu!

Seguiram-se os Dumplings ao vapor, o Pavé de batata frito e Salmão curado em croquetas de tinta de choco e kimchi, para quem adora croquetes vai ficar deliciado com este último. Até os mais cépticos! (acreditem no que vos digo). 

A seguir veio um prato que me transportou diretamente para o Japão, fechei os olhos e deliciei-me com uns belos Noodles udon com gambas e cogumelos shiitake, molho okonomi, nori e katsuobushi. Seguidos pelas Costelinhas de porco a cair do osso (LITERALMENTE!!)

Fomos sempre degustando os vários pratos e eu fiz questão de deixar espaço para os doces (faço sempre questão!)
Entre os Churros, o Brownie de Cacau e o Ceviche de fruta se me perguntassem qual aconselhava não vos sabia dizer porque são todos os óptimos, maaaassss quem me conhece sabe que sou doida por chocolate e o meu voto iria sem dúvida para o Brownie. No entanto se querem algo mind-blowing aconselho o ceviche de frutas.

Os olhos também comem e aqui o empratamento resultou muito bem, a única excepção foi Tataki de pressa de porco ibérico em que, na minha opinião, o empratamento não lhe faz jus.

Pratos ricos com sabores intensos, num ambiente descontraído a meia luz, um atendimento simpático e uma música ambiente bem escolhida fazem deste espaço um lugar a voltar.

Zomato Gold
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Mundo Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato


Restaurante Mundo

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Rua da Picaria, 58, Baixa, Porto

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Quioto

Após Tóquio, seguem-se os melhores pontos turísticos de Quioto.

Começamos a nossa viagem no Japão por Tóquio e terminamos em Quioto. Deixo-te aqui o visitei em Quioto.

Lê também: Como Planear Viagem ao Japão

Castelo Nijo

Considerado Património Mundial da UNESCO, é um dos monumentos históricos da antiga Kyoto.
Desde os grandiosos portões ao belo jardim foi sem dúvida umas coisas mais bonitas que visitei. O castelo fecha às 17h00 e a entrada custa ¥600.

Palácio Imperial de Quioto

O edifício principal é o Shinshin-den e tem uma aparência bem tradicional, um telhado bem encurvado e com um pátio com pavimento de gravilha, meticulosamente escovada em linhas paralelas. Uma vez que era usado tanto para fins cerimoniais como residenciais, apresenta uma mistura de influências e também de estilos tradicionais dentro da arquitectura japonesa. Vale sem dúvida a visita.

Bairro de Gion

Gion é conhecido por ser o bairro das gueixas. Apresenta imensos restaurantes e casas de chá e é preciso ter em atenção ao preço antes de se aventurarem por um deles. Uma zona sem dúvida bonita com fachadas bem tradicionais. Se continuar mais para oeste, pode-se fazer compras de lembranças nas galerias (ruas cobertas), mesmo antes de chegar ao mercado.

Yasaka Shrine e Parque Maruyama

Uma vez em Gion, aproveita para dar uma espreitadela a este templo e o parque à sua volta.

Chion-in

Mesmo ao lado do Parque Maruyama pode-e encontrar o Chion-in. Este é um templo bastante grande e muito popular. Conhecido pela enorme porta à entrada e pelas escadarias de acesso.

Mercado Nishiki

Muito semelhante ao mercado de peixe de Tóquio, é um excelente sítio para comprar comida e produtos tradicionais como cerâmicas, bules, facas de sushi, entre outros.

NARA – Templo Todaiji e os veados

O parque de Nara é conhecido pelos imensos veados que andam livremente e são até bem simpáticos. Existem bancas que vendem comida própria para os alimentar, mas cuidado porque podem tornar-se um bocadinho chatinhos. Apesar da principal atração serem os veados, existem vários templos e um miradouro. O Todaiji é dos templos budistas mais famosos do Japão, pelo seu tamanho e por abrigar a maior estátua de Buda do Japão e a maior em bronze do mundo.

Templo Kinkaku-ji

O templo Dourado, como também é conhecido foi para mim dos templos mais lindos que visitei. Todo o pavilhão, à excepção do rés-de-chão está coberto de folha de ouro puro e no telhado está uma fénix chinesa dourada e está rodeado por um lago, que quando não existe vento é possível ver-se o templo nele espelhado.

Fushimi Inari-taisha Shrine

Este é um grande santuário xintoísta e uma das principais atrações da cidade de Quioto e uma das que mais queria ver. Existe um percurso com um conjunto infindável de toriis vermelhos ao redor do santuário principal. O percurso tem +/- 4km e leva mais ao menos 2horas a fazer o percurso nas calmas, com visita aos pequenos templos que existem espalhados.  A experiência vale a pena.

Templo Kiyomizu-dera

O templo faz parte dos Monumentos Históricos da Antiga Quioto e é considerado património mundial da UNESCO. Este é o templo mais famoso na antiga Quioto, com a paisagem da cidade suberba e onde é possível avistar a Torre de Quioto e observar as mudanças entre o tradicional e o moderno.

Arashiyama Bamboo Grove

Penso que esta foi a maior desilusão de toda a viagem. A floresta de bamboo não é mais do que uma rua que passa por uma floresta de bambu. É muito linda, mas no final ficamos com a sensação “É só isto?”

Tenryuji Temple

Uma vez em Arashiyama, aproveita para visitar este templo também considerado Património Mundial da Unesco, foi dos mais bonitos que vi, com os jardins bem tradicionais e naturais.

Espetáculo de Geishas

Uma vez que fomos em Abril tivemos a oportunidade de ver Miyako Odori, uma exibição de dança feita por gueishas apenas durante o mês de Abril. Esta é uma oportunidade rara oportunidade de se ver gueishas apresentarem-se em público. O espetáculo é bonito e as gueixas dançam em cenários que representam as quatro estações do ano. Enquanto umas deixas, outras gueishas tocam as músicas do show e outras mulheres acompanham as músicas cantando.  Durante o espetáculo dá para sentir a da cultura das gueishas, a disciplina da cultura japonesa, do culto às artes. Antes do espectáculo ainda tivemos oportunidade de ver uma cerimónia do chá na presença de gueishas, beber um chá verde e comer um doce tradicional de azuki.



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Neste primeiro tópico sobre a minha viagem ao Japão vou fazer um pequeno resumo sobre os melhores pontos turísticos de Tóquio.

Como escolhemos o início de Abril para apanharmos as cerejeiras em flor formos diretos para os Parques e aos melhores locais para ver se ainda conseguíamos ver alguma coisa. Infelizmente este ano as cerejeiras floriram uma semana antes do que estava previsto, mas mesmo assim conseguimos apanhar imensas cerejeiras em flor em Tóquio, mas não o seu pico.

Lê também: Como Planear Viagem ao Japão

Parque Ueno

Este é dos parques mais antigos de Tóquio, conta com um jardim zoológico, alguns museus, monumentos e claro, templos. O parque é enorme e tem imensos mapas espalhados ao longo do percurso, não tenham medo e “percam-se”. O Parque é aberto diariamente e a entrada é gratuita.

Parque Yoyogi e o Santuário Meiji

É dos maiores parques de Tóquio e a “casa” do Santuário Meiji. Ao fim-de-semana o parque está lotado de famílias, casais, grupos de amigos a conviver alegremente a aproveitar o sol. O Santuário Meiji é o templo xintoísta que é dedicado aos espíritos deificados do Imperador Meiji e sua esposa, a Imperatriz Shōken. A construção original foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial. O Templo atual foi financiado através de um esforço de angariação de fundos públicos.

Jardim nacional Shinjuku Gyoen

Este jardim combina três estilos diferentes: uma paisagem francesa clássica e inglesa no norte; e no sul, um jardim tradicional japonês. Também dos mais bonitos que já vi e repleto de cerejeiras em flor!

Jardins Hamarikyu

Para mim das melhores surpresas de Tóquio, um parque tranquilo nesta que é uma capital super agitada. Contém imensa história e é um local perfeito para relaxar e beber o típico chá verde numa casinha de chá “à moda antiga”. O parque fecha às 17h00 e a entrada custa ¥300.

Palácio Imperial de Tóquio

Este palácio é a residência oficial do Imperador do Japão e muito do que conseguimos ver é limitado. Não é permitida entrada no palácio, mas vale a pena conhecer os jardins que ficam do lado leste e ter noção de como era a grande área nos áureos tempos do Castelo Edo.

Templo Sensō-ji

É o templo budista mais antigo de Tóquio, e para quem está em Tóquio mostra um pouco da tradição japonesa. Até chegarmos ao templo percorremos uma rua inteira de lojinhas, a Nakamise-dori, considerada distrito comercial do templo.

Harajuku e Rua Takeshita

Das zonas mais extravagantes de Tóquio, é uma zona repleta de lojas de moda, cafés e restaurantes. É aqui o coração da cultura Kawaii em Tóquio. Não se admirem se virem algumas “aves raras”, será bastante comum nesta zona!

Bairro Shinjuku

Este é um bairro super movimentado e com muita coisa para se ver e fazer. Este bairro representa Tóquio no seu esplendor. Arranha-ceús, lojas de pachinko, centros comerciais, cafés, restaurantes, e sex-shops e muito mais! Na verdade, muito parecida com a praça de Times Square mas 5x maior.
Aqui não percas o fénomeno do famoso cruzamento de “Shibuya”, em que dezenas de pessoas atravessam a tua ao mesmo tempo constantemente.

Bairro Akihabara

Muito semelhante ao bairro de Shinjuku, mas com uma componente mais animé e verdadeiro paraíso de qualquer otaku. Repleto de lojas dedicadas à cultura gamer, do RPG, manga, animes, computadores e eletrónicos. Nesta zona não deixes de experimentar um “Maid Cafe“, é um sítio onde só há empregadas, vestidas de Lolitas, mesmo não falando inglês tratam-nos de forma extremamente querida e sempre muito sorridente. É uma experiência divertida, toda a comida é super fofinha e para efetuarmos o pedido existe todo um processo, Explicado pelas Maids. Por exemplo, para efetuarmos o pedido foi necessário cantarmos: “Delicious! Delicious! Moe moe kyu”, batendo palmas e depois um coração com a mão na parte do “kyu”. “Esta é uma tradição que serve para a comida ficar mais saborosa.

Ginza

Esta é considerada uma zona de luxo, ou o que foi para mim a 5th Avenue de Tóquio. Apesar das lojas todas de luxo à volta, é fácil encontrar uma cadeia de fast food ou um restaurante relativamente barato.

Edifício Governo Metropolitano

Possui duas torres e uma praça semicircular à frente. Dá para subir-se gratuitamente até ao 45º andar, onde podes ter uma vista fenomenal da cidade (e de onde, com céu limpo, se pode ver também o Monte Fuji.

Sky Tree e Torre de Tóquio

Não subimos a nenhuma das torres, mas tivemos oportunidade de admira-las de diversos ângulos. A Sky Tree é atualmente a torre mais alta do Japão e segunda maior do mundo com 634 metros de altura. É uma torre de radiodifusão, restaurante e de observação. Podes subir à torre e tem o custo de ¥2,060 até ao Piso 350 e mais ¥1,030 para o piso 450. A Torre de Tóquio  tem 333 metros de altura e é a segunda maior estrutura artificial do Japão. Foi inspirada na Torre Eiffel e pintada de branco e laranja para fazer cumprir com os regulamentos da segurança aérea. Caso pretendas subir até ao topo, o bilhete terá o custo de ¥2,800.

Tsukiji Fish Market

É considerado o maior mercado grossista de peixe do mundo e é composto por duas áreas distintas: Uma área interna e coberta, dedicada aos negócios grossistas (incluindo o leilão de atuns) mas onde, hoje em dia, também se pode fazer compras. A área exterior, composta por ruas cheias de restaurantes especialistas em sushi, lojas com equipamento de cozinha e um sem fim de pequenas lojas e bancadas dedicadas à gastronomia. Fiquei só pela zona exterior e fiquei maravilhada, ao final do dia voltamos lá para experimentar um dos fantásticos restaurantes de Sushi.



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Não foi fácil fazer uma mala para uma viagem de duas semanas ao Japão. Não posso levar tudo e preciso escolher muito bem o que levar. É preciso saber o que é prioridade e o que pode ser deixado de lado.

A primeira decisão foi a escolha da mala. Uma vez que vamos andar a saltar de cidade em cidade optei por levar uma mochila de campismo em vez de um trolley.
Comigo na cabine vai um saco de ginásio pequeno com o essencial para uma viagem de +/- 20h e levo uma mochilinha de costas pequenas guardada para andar lá, mas vamos por passos.

Comecei por elaborar uma lista de todos os itens que iria precisar. Fiz a lista atempadamente para ter tempo de preparar tudo, ou seja, garantir que a roupa que queria levar estava lavada e passada. Com esta lista não precisei de andar a fazer compras de última hora.

Organizei a lista por:
Roupas e acessórios: calças, casacos de malha, bikini/fato de banho, roupa interior, cintos e tops. Levo roupa para qualquer condição meteorológica, ou seja, levo “camadas”.
Calçado: uns chinelos e um par de sapatilhas
Produtos de higiene e beleza: Shampoo, gel de banho, creme hidratante de corpo e rosto, base, blush, lápis olhos, rimel, toalhitas desmaquilhantes, protetor solar, escova e pasta dos dentes.
Itens Eletrónicos: Tablet, máquina fotográfica, action cam, carregador, adaptador de corrente, baterias, etc
Medicamentos: Levo uma grande variedade a pensar em qualquer situação: adalgur, brufen, imodium, pensos, etc
Outros Artigos: Mapas, Guarda-Chuva, Livro, Snacks (estes não podiam faltar!).

Na hora de colocar todos os itens na mochila, comecei por enrolar as roupas em vez de irem dobradas. Fiz pequenos rolos e fui fazendo camadas, espero que as peças cheguem ao seu destino com menos vincos e dobras.
No fundo da mala, coloquei um saco para colocar as roupas sujas.

Comigo vão apenas alguns itens essenciais:
– Máquina Fotográfica & Action Cam (nem pensar em deixá-las na mala de porão)
– Tablet e Auriculares (para me entreter durante tantas horas de voo)
– Telemóvel, carregador e powerbank (admito que não sou a melhor pessoa a fazer gestão da bateria do meu telemóvel)
– Cartões de Crédito e Dinheiro
– Bilhetes de Avião e Documentos de Identificação (Passaporte e Cartão de Cidadão)
– Almofadinha de viagem (para fazer umas belas sonecas)
– Óculos de Sol e lenço/cachecol
– Snacks (óbvio que não podem faltar, para além disso a comida do aeroporto para além de muito má é carissíma!)

Para além disto tudo, antes de viajar certifico-me sempre que:
– Tinha bateria carregada no tablet, telemóvel, máquina fotográfica e powerbank;
Música/Filmes/Séries no telemóvel/tablet para ver em modo offline;
– Tours feitas no Visit a City em modo offline;

Vê aqui mais algumas dicas.

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