Quioto

Após Tóquio, seguem-se os melhores pontos turísticos de Quioto.

Começamos a nossa viagem no Japão por Tóquio e terminamos em Quioto. Deixo-te aqui o visitei em Quioto.

Lê também: Como Planear Viagem ao Japão

Castelo Nijo

Considerado Património Mundial da UNESCO, é um dos monumentos históricos da antiga Kyoto.
Desde os grandiosos portões ao belo jardim foi sem dúvida umas coisas mais bonitas que visitei. O castelo fecha às 17h00 e a entrada custa ¥600.

Palácio Imperial de Quioto

O edifício principal é o Shinshin-den e tem uma aparência bem tradicional, um telhado bem encurvado e com um pátio com pavimento de gravilha, meticulosamente escovada em linhas paralelas. Uma vez que era usado tanto para fins cerimoniais como residenciais, apresenta uma mistura de influências e também de estilos tradicionais dentro da arquitectura japonesa. Vale sem dúvida a visita.

Bairro de Gion

Gion é conhecido por ser o bairro das gueixas. Apresenta imensos restaurantes e casas de chá e é preciso ter em atenção ao preço antes de se aventurarem por um deles. Uma zona sem dúvida bonita com fachadas bem tradicionais. Se continuar mais para oeste, pode-se fazer compras de lembranças nas galerias (ruas cobertas), mesmo antes de chegar ao mercado.

Yasaka Shrine e Parque Maruyama

Uma vez em Gion, aproveita para dar uma espreitadela a este templo e o parque à sua volta.

Chion-in

Mesmo ao lado do Parque Maruyama pode-e encontrar o Chion-in. Este é um templo bastante grande e muito popular. Conhecido pela enorme porta à entrada e pelas escadarias de acesso.

Mercado Nishiki

Muito semelhante ao mercado de peixe de Tóquio, é um excelente sítio para comprar comida e produtos tradicionais como cerâmicas, bules, facas de sushi, entre outros.

NARA – Templo Todaiji e os veados

O parque de Nara é conhecido pelos imensos veados que andam livremente e são até bem simpáticos. Existem bancas que vendem comida própria para os alimentar, mas cuidado porque podem tornar-se um bocadinho chatinhos. Apesar da principal atração serem os veados, existem vários templos e um miradouro. O Todaiji é dos templos budistas mais famosos do Japão, pelo seu tamanho e por abrigar a maior estátua de Buda do Japão e a maior em bronze do mundo.

Templo Kinkaku-ji

O templo Dourado, como também é conhecido foi para mim dos templos mais lindos que visitei. Todo o pavilhão, à excepção do rés-de-chão está coberto de folha de ouro puro e no telhado está uma fénix chinesa dourada e está rodeado por um lago, que quando não existe vento é possível ver-se o templo nele espelhado.

Fushimi Inari-taisha Shrine

Este é um grande santuário xintoísta e uma das principais atrações da cidade de Quioto e uma das que mais queria ver. Existe um percurso com um conjunto infindável de toriis vermelhos ao redor do santuário principal. O percurso tem +/- 4km e leva mais ao menos 2horas a fazer o percurso nas calmas, com visita aos pequenos templos que existem espalhados.  A experiência vale a pena.

Templo Kiyomizu-dera

O templo faz parte dos Monumentos Históricos da Antiga Quioto e é considerado património mundial da UNESCO. Este é o templo mais famoso na antiga Quioto, com a paisagem da cidade suberba e onde é possível avistar a Torre de Quioto e observar as mudanças entre o tradicional e o moderno.

Arashiyama Bamboo Grove

Penso que esta foi a maior desilusão de toda a viagem. A floresta de bamboo não é mais do que uma rua que passa por uma floresta de bambu. É muito linda, mas no final ficamos com a sensação “É só isto?”

Tenryuji Temple

Uma vez em Arashiyama, aproveita para visitar este templo também considerado Património Mundial da Unesco, foi dos mais bonitos que vi, com os jardins bem tradicionais e naturais.

Espetáculo de Geishas

Uma vez que fomos em Abril tivemos a oportunidade de ver Miyako Odori, uma exibição de dança feita por gueishas apenas durante o mês de Abril. Esta é uma oportunidade rara oportunidade de se ver gueishas apresentarem-se em público. O espetáculo é bonito e as gueixas dançam em cenários que representam as quatro estações do ano. Enquanto umas deixas, outras gueishas tocam as músicas do show e outras mulheres acompanham as músicas cantando.  Durante o espetáculo dá para sentir a da cultura das gueishas, a disciplina da cultura japonesa, do culto às artes. Antes do espectáculo ainda tivemos oportunidade de ver uma cerimónia do chá na presença de gueishas, beber um chá verde e comer um doce tradicional de azuki.



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Neste primeiro tópico sobre a minha viagem ao Japão vou fazer um pequeno resumo sobre os melhores pontos turísticos de Tóquio.

Como escolhemos o início de Abril para apanharmos as cerejeiras em flor formos diretos para os Parques e aos melhores locais para ver se ainda conseguíamos ver alguma coisa. Infelizmente este ano as cerejeiras floriram uma semana antes do que estava previsto, mas mesmo assim conseguimos apanhar imensas cerejeiras em flor em Tóquio, mas não o seu pico.

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Parque Ueno

Este é dos parques mais antigos de Tóquio, conta com um jardim zoológico, alguns museus, monumentos e claro, templos. O parque é enorme e tem imensos mapas espalhados ao longo do percurso, não tenham medo e “percam-se”. O Parque é aberto diariamente e a entrada é gratuita.

Parque Yoyogi e o Santuário Meiji

É dos maiores parques de Tóquio e a “casa” do Santuário Meiji. Ao fim-de-semana o parque está lotado de famílias, casais, grupos de amigos a conviver alegremente a aproveitar o sol. O Santuário Meiji é o templo xintoísta que é dedicado aos espíritos deificados do Imperador Meiji e sua esposa, a Imperatriz Shōken. A construção original foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial. O Templo atual foi financiado através de um esforço de angariação de fundos públicos.

Jardim nacional Shinjuku Gyoen

Este jardim combina três estilos diferentes: uma paisagem francesa clássica e inglesa no norte; e no sul, um jardim tradicional japonês. Também dos mais bonitos que já vi e repleto de cerejeiras em flor!

Jardins Hamarikyu

Para mim das melhores surpresas de Tóquio, um parque tranquilo nesta que é uma capital super agitada. Contém imensa história e é um local perfeito para relaxar e beber o típico chá verde numa casinha de chá “à moda antiga”. O parque fecha às 17h00 e a entrada custa ¥300.

Palácio Imperial de Tóquio

Este palácio é a residência oficial do Imperador do Japão e muito do que conseguimos ver é limitado. Não é permitida entrada no palácio, mas vale a pena conhecer os jardins que ficam do lado leste e ter noção de como era a grande área nos áureos tempos do Castelo Edo.

Templo Sensō-ji

É o templo budista mais antigo de Tóquio, e para quem está em Tóquio mostra um pouco da tradição japonesa. Até chegarmos ao templo percorremos uma rua inteira de lojinhas, a Nakamise-dori, considerada distrito comercial do templo.

Harajuku e Rua Takeshita

Das zonas mais extravagantes de Tóquio, é uma zona repleta de lojas de moda, cafés e restaurantes. É aqui o coração da cultura Kawaii em Tóquio. Não se admirem se virem algumas “aves raras”, será bastante comum nesta zona!

Bairro Shinjuku

Este é um bairro super movimentado e com muita coisa para se ver e fazer. Este bairro representa Tóquio no seu esplendor. Arranha-ceús, lojas de pachinko, centros comerciais, cafés, restaurantes, e sex-shops e muito mais! Na verdade, muito parecida com a praça de Times Square mas 5x maior.
Aqui não percas o fénomeno do famoso cruzamento de “Shibuya”, em que dezenas de pessoas atravessam a tua ao mesmo tempo constantemente.

Bairro Akihabara

Muito semelhante ao bairro de Shinjuku, mas com uma componente mais animé e verdadeiro paraíso de qualquer otaku. Repleto de lojas dedicadas à cultura gamer, do RPG, manga, animes, computadores e eletrónicos. Nesta zona não deixes de experimentar um “Maid Cafe“, é um sítio onde só há empregadas, vestidas de Lolitas, mesmo não falando inglês tratam-nos de forma extremamente querida e sempre muito sorridente. É uma experiência divertida, toda a comida é super fofinha e para efetuarmos o pedido existe todo um processo, Explicado pelas Maids. Por exemplo, para efetuarmos o pedido foi necessário cantarmos: “Delicious! Delicious! Moe moe kyu”, batendo palmas e depois um coração com a mão na parte do “kyu”. “Esta é uma tradição que serve para a comida ficar mais saborosa.

Ginza

Esta é considerada uma zona de luxo, ou o que foi para mim a 5th Avenue de Tóquio. Apesar das lojas todas de luxo à volta, é fácil encontrar uma cadeia de fast food ou um restaurante relativamente barato.

Edifício Governo Metropolitano

Possui duas torres e uma praça semicircular à frente. Dá para subir-se gratuitamente até ao 45º andar, onde podes ter uma vista fenomenal da cidade (e de onde, com céu limpo, se pode ver também o Monte Fuji.

Sky Tree e Torre de Tóquio

Não subimos a nenhuma das torres, mas tivemos oportunidade de admira-las de diversos ângulos. A Sky Tree é atualmente a torre mais alta do Japão e segunda maior do mundo com 634 metros de altura. É uma torre de radiodifusão, restaurante e de observação. Podes subir à torre e tem o custo de ¥2,060 até ao Piso 350 e mais ¥1,030 para o piso 450. A Torre de Tóquio  tem 333 metros de altura e é a segunda maior estrutura artificial do Japão. Foi inspirada na Torre Eiffel e pintada de branco e laranja para fazer cumprir com os regulamentos da segurança aérea. Caso pretendas subir até ao topo, o bilhete terá o custo de ¥2,800.

Tsukiji Fish Market

É considerado o maior mercado grossista de peixe do mundo e é composto por duas áreas distintas: Uma área interna e coberta, dedicada aos negócios grossistas (incluindo o leilão de atuns) mas onde, hoje em dia, também se pode fazer compras. A área exterior, composta por ruas cheias de restaurantes especialistas em sushi, lojas com equipamento de cozinha e um sem fim de pequenas lojas e bancadas dedicadas à gastronomia. Fiquei só pela zona exterior e fiquei maravilhada, ao final do dia voltamos lá para experimentar um dos fantásticos restaurantes de Sushi.



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Não foi fácil fazer uma mala para uma viagem de duas semanas ao Japão. Não posso levar tudo e preciso escolher muito bem o que levar. É preciso saber o que é prioridade e o que pode ser deixado de lado.

A primeira decisão foi a escolha da mala. Uma vez que vamos andar a saltar de cidade em cidade optei por levar uma mochila de campismo em vez de um trolley.
Comigo na cabine vai um saco de ginásio pequeno com o essencial para uma viagem de +/- 20h e levo uma mochilinha de costas pequenas guardada para andar lá, mas vamos por passos.

Comecei por elaborar uma lista de todos os itens que iria precisar. Fiz a lista atempadamente para ter tempo de preparar tudo, ou seja, garantir que a roupa que queria levar estava lavada e passada. Com esta lista não precisei de andar a fazer compras de última hora.

Organizei a lista por:
Roupas e acessórios: calças, casacos de malha, bikini/fato de banho, roupa interior, cintos e tops. Levo roupa para qualquer condição meteorológica, ou seja, levo “camadas”.
Calçado: uns chinelos e um par de sapatilhas
Produtos de higiene e beleza: Shampoo, gel de banho, creme hidratante de corpo e rosto, base, blush, lápis olhos, rimel, toalhitas desmaquilhantes, protetor solar, escova e pasta dos dentes.
Itens Eletrónicos: Tablet, máquina fotográfica, action cam, carregador, adaptador de corrente, baterias, etc
Medicamentos: Levo uma grande variedade a pensar em qualquer situação: adalgur, brufen, imodium, pensos, etc
Outros Artigos: Mapas, Guarda-Chuva, Livro, Snacks (estes não podiam faltar!).

Na hora de colocar todos os itens na mochila, comecei por enrolar as roupas em vez de irem dobradas. Fiz pequenos rolos e fui fazendo camadas, espero que as peças cheguem ao seu destino com menos vincos e dobras.
No fundo da mala, coloquei um saco para colocar as roupas sujas.

Comigo vão apenas alguns itens essenciais:
– Máquina Fotográfica & Action Cam (nem pensar em deixá-las na mala de porão)
– Tablet e Auriculares (para me entreter durante tantas horas de voo)
– Telemóvel, carregador e powerbank (admito que não sou a melhor pessoa a fazer gestão da bateria do meu telemóvel)
– Cartões de Crédito e Dinheiro
– Bilhetes de Avião e Documentos de Identificação (Passaporte e Cartão de Cidadão)
– Almofadinha de viagem (para fazer umas belas sonecas)
– Óculos de Sol e lenço/cachecol
– Snacks (óbvio que não podem faltar, para além disso a comida do aeroporto para além de muito má é carissíma!)

Para além disto tudo, antes de viajar certifico-me sempre que:
– Tinha bateria carregada no tablet, telemóvel, máquina fotográfica e powerbank;
Música/Filmes/Séries no telemóvel/tablet para ver em modo offline;
– Tours feitas no Visit a City em modo offline;

Vê aqui mais algumas dicas.

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Nova Iorque e Japão eram duas das minhas viagens de sonho. Há dois anos realizei uma delas e visitamos Nova Iorque, daqui a duas semanas partimos rumo ao Japão.

Não tenho familiares japoneses, nem nada semelhante, mas adorava anime e mangá. O primeiro contato foi através do canal Locomotion quando surgiu a Cabovisão e o “bichinho” pegou, assim que tive internet via anima e lia mangás, visto que em Portugal a cultura japonesa não tinha muita visibilidade e esta era a única maneira de obter mangás. Quando viajava, aproveitava e comprava alguns quando encontrava.

Após Nova Iorque, Japão era o próximo grande destino.
Esta viagem requereu muito maior planeamento que Nova Iorque, foi necessário estabelecer antecipadamente um roteiro para decidirmos e reservamos o alojamento assim como ponderar a compra do Japan Rail Pass.

1) Viagem

Através do Google Flights criei uma notificação que me dava a indicação da tendência dos preços e acabamos por reservar os nossos bilhetes na Lufthansa. Vamos do Porto para Tóquio, fazendo uma escala em Frankfurt e depois voltamos a partir de Osaka, com escala em Tóquio e Frankfurt antes de chegarmos finalmente ao Porto.

2) Visto

A Lei mudou e atualmente o Japão mantém um acordo para isenção de visto com Portugal. Portanto, um português pode estar no Japão durante uma estadia inferior a 90 dias sem necessitar de visto.

3) Passaporte

Para viagens fora da União Europeia é obrigatório a apresentação do passaporte, o cartão de cidadão de pouco serve fora da Europa. Certifiquem-se de que o vosso passaporte está dentro da validade, mínimo de 6 meses,  se estiver caducado devem tratar da renovação dos documentos o quanto antes. Um passaporte novo ou a renovação do mesmo tem um custo de 65€.

4) Roteiro

O Japão é GIGANTE e é necessário estabelecer um roteiro. É necessário tomar decisões difíceis porque não dá para visitar tudo. As opções são mais que muitas e o tempo é limitado que inevitável temos que deixar coisas muito interessantes de fora, mas isso é apenas um motivo para lá voltar no futuro, né? Vamos 15 dias e para já está decidido visitarmos Tóquio, Monte Fuji, Quioto, Nara e Osaka.

Apesar disso queremos aproveitar ao máximo e tal como fiz para Nova Iorque, utilizei o Visit a City,  onde podem consultar já roteiros pré-definidos ou fazer o vosso. Criei 3 iterários: Um para Tóquio + Monte Fuji, Um para Quioto + Nara e um para Osaka. Depois de organizar o roteiro fiz download do mesmo para conseguir ver em modo offline.
Esta é uma óptima ferramenta pois ao adicionar um novo ponto de visita ele calcula qual o melhor dia em que essa visita se enquadra no roteiro, tendo em conta a proximidade com os restantes.

5) Deslocação

Existe o Japan Rail Pass é um passe de comboios válido durante um período de 7, 14 ou 21 dias consecutivos, criado especificamente para viajantes estrangeiros que pretendam visitar o Japão e tem de ser comprado antes de chegar ao Japão, mas o preço pode assustar. Se bem utilizado, ele ajuda a poupar muito dinheiro em transportes.
Convém analisar muito bem o roteiro e se realmente compensa a sua compra ou não. Para ajudar nesse processo, acede ao site da HyperDia e soma o preço de todas as deslocações que terás de fazer. Compara com o preço do JR Pass aplicável (7, 14 ou 21 dias) e opta pela opção mais barata.

Comprar ou não o Japan Rail Pass foi das decisões mais demoradas que tivemos de tomar.
Uma vez que em Tóquio não se consegue utilizar o Japan Rail Pass e o voo de volta parte de Osaka e essa seria uma deslocação a menos (porque maior parte das pessoas regressa a Tóquio) optamos por não comprar o Japan Rail Pass.

Uma vez que vamos viajar com um casal amigo optamos por reservar um carro durante 4 dias. Vamos de Tóquio para o Monte Fuji e depois de lá para Quioto, onde deixamos o carro. Existe uma taxa extra para deixar o carro numa localização diferente, mas acaba por compensar. Para conduzir no Japão é necessário a carta Internacional, basta ir ao IMT e pedir. A carta tem o custo de 30€.

6) Dinheiro & Cartões de Crédito/débito

As pessoas com quem falei que foram ao Japão tiveram imensos problemas com os cartões de crédito e débito. Para já vamos levar Ienes Japoneses que pedi no banco uma vez que lá as taxas de câmbio são um roubo por isso aconselho-vos a “encomendar” Ienes Japoneses antecipadamente junto do vosso banco.
 DICA: Para facilitar é transformar os ienes em dólares, dividindo por 100. Se uma coisa custa ¥1.000, então isso corresponde a aproximadamente US$10 e é mais fácil depois calcular em euros.

7) Alojamento

Em qualquer das viagens que faço, procuro hotéis até à exaustão, na tentativa de reduzir o orçamento da viagem para depois ter mais margem para outras coisas durante a viagem. Convém reservar com antecedência para obter os melhores preços, por isso é importante ter já o roteiro planeado.

Como sabem, uso sempre o airbnb e o booking nas minhas viagens, e o caso do Japão não foi exceção.
Tanto num como noutro podem ver os comentários de outros hóspedes sobre os hotéis/habitação, a pontuação atribuída ao mesmo, condições do quarto e por vezes encontram promoções e ofertas de última hora. Pessoalmente, gosto mais do booking porque permite cancelar as reservas sem custos e isso dá alguma tranquilidade caso seja necessário mudar o itinerário caso necessário.



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8) Diferença Horária

No Japão a diferença é de mais 9 horas do que em Portugal, por isso já vamos preparados para uma direta na primeira noite e para lidar com o jetlag quando regressarmos.

9) Quando viajar

Escolhemos o mês de Abril, por ser a melhor altura para vermos as cerejeiras em flor, mas este ano elas pregaram uma partida e já começaram a florescer, espero ainda conseguir apanhar alguma coisa. Para além disso, as estações são muito semelhantes às nossas e parece que irá estar um clima ameno.

10) Internet

Viajar para um sítio onde não se fala a língua e não se consegue perceber absolutamente nada do que está escrito pode ser um desafio. Por isso, nada melhor que um telemóvel com internet para tirarmos qualquer dúvida necessária. Podem optar pelo Pocket Wi-fi ou por um Cartão Sim Card. Optamos pelo Cartão Sim que dá para 15 Dias, 3GB e custa apenas 23€. Compramos aqui.

11) Mala

Vou optar por levar uma mochila de campismo em vez de mala de rodinhas gigante para ser mais fácil entre deslocações. Na mochila vou levar apenas mudas de roupa para uma semana com esperança de a conseguir lavar durante o percurso. Porque colocar roupa para duas semanas numas mala é quase missão impossível. Para além disso, convém deixar espaço para todas as lembranças que vou trazer de lá!

Resumindo

Planear uma viagem ao Japão requer tempo, paciência e vontade. Há quem goste de planear conforme as coisas vão acontecendo, mas esse não é o meu estilo. Para além disso, planear a viagem dá-me imenso prazer. Adoro fazer a pesquisa e encontrar coisas sobre os quais nunca tinha ouvido falar, decidir onde ir e o que fazer. No entanto deixo sempre margem para o imprevisto, nada está escrito em tinta permanente.

 

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Foi no Foodie Meetup da Zomato Portugal, no passado dia 17 de Janeiro que fiquei a conhecer o restaurante MISTU. Um projeto dos responsáveis de um dos restaurantes mais badalados da Baixa do Porto, o Restaurante Flow.

Ricardo Graça Moura e Paulo Freire reabilitaram uma antiga serralharia e com ajuda de Rui Mingatos, chef executivo do Flow criaram um espaço acolhedor e uma carta com pratos do mundo.

O Mistu apresenta uma carta com imensas sugestões, dá agradar a gregos e troianos e o conceito é o de partilhar. Existem “pratos seguros”, mas aqui o melhor mesmo é arriscar! O chef consegue incorporar vários conceitos gastronómicos e criar um prato que desperta os cinco sentidos.

A carta divide-se entre sugestões frias e quentes e tive a oportunidade de degustar o Ceviche de Peixe Branco, Crudo de Salmão e Maracujá, “Causa” de Caranguejo de Casca Molhe e Abacate, Salada de Pato, Romã, Maça, Pinhões e Molho Hoisin. E a noite não se ficou por aqui! Foi-se prolongado com o Polvo acompanhado de Batata Doce, Edamame e Ovo a Baixa Temperatura, o Cupim de Boi com Puré de Abóbora e Cogumelos e um delicioso NY Strip Steak Maturado com puré de couve-flor. E, por fim, mas não menos importante o Fondant de Dulce de Leche, a Semi Esfera de Caramelo e Flor de Sal, a Tapioca de Gengibre e gelado de amendoim e a Panna Cotta de Manga com sorvete de Maracujá.
O conceito é dividir todos os pratos, mas eles são tão deliciosos que queremos é mesmo um de cada só para nós!

O Mistu não é um restaurante para se vir só comer, mas sim para vivenciar uma experiência. Desde a apresentação até à combinação de sabores, o Mistu não desilude. Arrisquem num prato que não conheçam tão bem, tenho a certeza que não se vão arrepender!

Se desejares apenas tomar um drink, existe um bar no primeiro piso com imensos e deliciosos cocktails de autor.

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O Zomato Gold é super fácil de usar: Só tens que subscrever, mostrar o teu telefone no restaurante e desfrutar da refeição.


Restaurante Mistu

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