A iRobot, líder em robots de consumo, lançou no final de Setembro o novo Robot Aspirador Roomba® e5  e nós fomos convidados para uma apresentação intimista do mesmo e trouxemos um para casa. 

A verdade é que já andava a namorar um destes robots há algum tempo e esta foi a oportunidade ideal. Ficamos a conhecer alguns modelos e o que chamou a minha atenção foi o Roomba e5.

Estas são as características que o destacam dos restantes:

  • Poder de sucção 5x maior em comparação com modelos anteriores.
  • Sistema de limpeza de três fases que usa escovas duplas de borracha.
  • Sensores Dirt Detect™ que alertam o Robot Aspirador Roomba e5 para concentrar a limpeza em áreas específicas com mais sujidade.
  • Recipiente lavável.
Robot Aspirador Roomba e5

Todos os modelos apresentam escovas de cerdas, mas este robot tem umas escovas exclusivas de borracha flexível que se adaptam aos diferentes tipos do pavimento e mantêm o contacto direto com madeira e tapetes e proporcionam assim uma melhor limpeza.

A sessão foi bem esclarecedora e vim toda motivada para testar o novo Roomba e5. 
O primeiro teste aconteceu após a casa ter sido limpa e eu nem queria acreditar na quantidade de pó que ele acumulou no depósito!!
A verdade é que ele aspira MESMO a sujidade, pó e pelos invisíveis a olho nu.
Para mim, que sofro de rinite alérgica este passou a ser o meu novo melhor amigo, pois noto diferenças desde que tenho este amiguinho.

Robot Aspirador Roomba e5

Em minha casa, o Roomba e5 limpa durante mais ao menos 1h30, após isso regressa automaticamente à dock para carregar bateria e estar pronto para uma nova limpeza. 

Para iniciar a limpeza, basta carregar no grande botão que diz “CLEAN”, no entanto, através da aplicação iHome é possível programar limpezas, ver o estado do Robot, consultar o histórico, visualizar o tempo da limpeza juntamente com os eventos de sujidade detetada e se o Robot está com a bateria carregada, mesmo quando estou fora de casa.

Robot Aspirador Roomba e5

Para isso, bastou configurar o Robot e conectá-lo à rede Wi-Fi de casa. Assim posso iniciar a limpeza mesmo não estando em casa. A verdade é que o melhor é mesmo colocar o Robot a fazer a limpeza quando não estamos em casa, apesar de ele não fazer muito barulho é sempre um zumbido que acaba por incomodar. 

Juntamente com o Robot vem um acessório com a função de barreira par delimitarmos a área de limpeza e tem dois modos: o Modo Virtual Wall® para limitar a área de limpeza do Robot e o Modo Halo que mantém o robot afastado de objetos. 

É óbvio que também fiz o teste para ver se ele não se suicidava e a graças aos sensores de deteção de desnível o robot não cai de escadas ou de desníveis.

Também testei aquela que era a minha maior preocupação: TAPETES.
Uma vez que sofro de rinite alérgica eu não tenho muitos tapetes em casa,  mas ainda tenho alguns. O aspirador porta-se muito bem na maior parte deles porque são baixinhos e de pelo curto.  No entanto, tenho um de pelo comprido e ele sobe, começa a “lutar” e acaba por ficar encravado, mas é o único caso. 

A limpeza do aspirador não podia ser mais simples: retirar o depósito, despejar o lixo e passar por água. 

Estou super contente com o meu novo amigo. É tão bom chegar a casa e ter tudo limpo. 

Espreita aqui este pequeno vídeo :

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Foram 3 meses intensos, de muito foco e dedicação para alcançar esta medalha e me tornar MARATONISTA!

Ao longo destes 3 meses apercebi-me que uma maratona é muito mais do que 42km.
Não é só correr os 42km que é díficil, é a preparação para a maratona que também não é fácil, são meses de treino intenso, alguns com muito calor , vários dias acordar às 6h da manhã, são os quilómetros que temos que fazer todas as semanas para chegar ao dia da prova e cumprir. 
Cruzar aquela linha de meta, não só traz um sentimento enorme de satisfação de ter superado os últimos quilómetros, como a concretização da coragem de me ter metido naquela aventura e não ter desistido.

Porque não é fácil! Mas vamos começar pelo início…

O meu grande objetivo era acabar a Maratona e fazê-la sempre a correr. Não estava preocupada com ritmos, sobretudo depois do último mês ter perdido a minha motivação e foco e daí me ter “desleixado” um bocadinho. Os treinos foram poucos e o longo de 26km bastante doloroso. Estas últimas semanas foram de tappering e serviram essencialmente para alinhar a minha cabeça e coração para conseguir enfrentar este desafio. 

Pelas 8h já andava por Matosinhos, às 8h20 tirei a foto de grupo do Running Espinho e depois troquei as sapatilhas que tinha nos pés para as Zoom Pegasus 34, tinha um pouco receio que a chuva fosse mais intensa antes da prova e levei uma muda para não começar a prova com os pés molhados.
Coloquei o tapa orelhas e um chapéu de sol para impedir a chuva de me bater na cara (dica que procurei no dia anterior). Vesti o impermeável, fiz um ligeiro aquecimento e dirigi-me para a minha box  com o coração aos pulos. 

Às 9h (hora marcada) deu início à Maratona e ao meu grande teste. 

Comecei bastante entusiasmada, estava com as emoções à flor pele e deixei-me levar pelo ritmo alucinante e atrás daquela gente toda. Este foi o meu erro, comecei depressa demais.

Mantive-me assim num ritmo médio de 5:30 até à marca da meia-maratona, onde sabia que iria encontrar minha família, que rumou ao Porto para me ver correr e apoiar.
Disse-lhes para irem para a perto da Ponte D. Luís, pois seria o melhor sítio onde me poderiam ver várias vezes a passar. E assim foi, passei aos 20km, aos 30km, aos 32km e parece que foi como tomar um gel cada vez que os via! 

Passei à meia-maratona em 1:58:09,  aqui ainda me sentia-me confiante para o que aí vinha. Mas ao KM25 tudo mudou , as pernas começaram a pesar, já estava completamente ensopada e vento não ajudava. Abrandei o ritmo e deixei-me andar num ritmo médio de 6:00 até que comeceu a fraquejar e ao KM35 comecei a quebrar e bati num muro. Já tinha passado mais duas vezes pela minha família, mas dali até à meta estava “sozinha”, até fiquei sem bateria nos headphones e começou a custar-me imenso, mas eu não ia ficar por ali, abrandei novamente o ritmo e fiz o resto do percurso sem forçar muito.

Faltavam ‘só’ sete quilómetros e apesar dos géis, da água, das passas e das bebidas energéticas não tinha mais energia, o tanque  estava a zero e arrastei-me literalmente até à meta num ritmo de 6:40. 

Ao KM41, apesar da chuva, as pessoas continuavam apoiar e berravam “campeões”, “força”, “conseguiste”, “está feito”, e eu continuei até à meta.

Passado 4:17:01 missão cumprida!  Orgulhosa e medalha ao peito abracei o meu babe que estava à minha espera na meta.

Recordo-me de ter feito o primeiro treino de 10km após a operação ao apêndice que me deixou de rastos, completamente desmotivada e a pensar “Como raio vou fazer 42km? No que é que me meti.” Mas foi o fato de ter este objetivo que me ajudou a continuar. A cada semana, a cada dia, a cada treino estava mais focada em atingir os temíveis 42km, mas eu sou assim: não desisto para conseguir aquilo que desejo (apesar de todos os contratempos) e hoje posso dizer: SOU MARATONISTA!

Maratona do Porto

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Adoro fazer receitas com produtos da Iswari e estava curiosa por experimentar este novo Despertar de Buda. O resultado foram uns belos Muffins com um travozinho a Chá Verde, que eu tanto adoro!

Estes muffins não levam açúcares adicionados, nem laticínios 🙂

Vê também: Receita de Cheesecake de Matcha

Ingredientes:
2 Ovos
1 Clara
1 Banana
1 c. de sopa de óleo de coco
1 c. de chá de fermento
1 c. de sopa de farinha (pode ser de aveia, arroz, etc)
2 c. de sopa de Despertar de Buda (eu utilizei de Matcha)
Preparação:
Numa liquidificadora coloca os ovos, a clara, o óleo de coco e a banana.
Bate até ficar uma mistura líquida e homogénea. 
Adiciona a farinha, o despertar de buda, o fermento e mistura bem.
Divide a massa por forminhas individuais e leva ao forno médio, pré-aquecido a 180ºC, por 20 minutos ou faz o teste do palito.
Deixa arrefecer e serve com os teus toppings preferidos.

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Snacks saudáveis para se alimentar durante o dia de trabalho

Conhece um snack para cada dia da semana. São 5 snacks saudáveis e fáceis de preparar. Do que estás à espera para experimentar?

Trabalhar das 9 às 18 pode ser sinónimo de muito dinheiro gasto em vending machines. O que também equivale a muitos lanches ricos em gordura e açúcar. Mas há uma solução para esse mauhábito: preparar snacks saudáveis em casa e levá-los para o trabalho. Esta opção não só é mais leve para a nossa carteira, como também é muito mais saudável. O único problema é… não terem ideias?


Pois aqui vos deixo 5 snack saudáveis e fáceis de preparar para levar para o trabalho!

Segunda-feira: trufas de chocolate
Regressar ao trabalho é sempre difícil. Por isso, às segundas-feiras merecemos um doce! Estas trufas de chocolate à base de tâmaras são extremamente doces, mas não levam açúcar branco ou açúcares refinados. Basta misturar na trituradora 12 tâmaras sem caroço ou pasta de tâmaras, 200 gramas de nozes (ou outro fruto seco à vossa escolha) e pepitas de chocolate. Levar ao frigorífico, deixar solidificar e… comer!
Ou experimenta estas energy balls de caramelo.

Terça-feira: bolachas de arroz
Quem é que acaba a segunda-feira com vontade de cozinhar para o dia seguinte? Então, terça-feira é o dia de optar por um lanche comprado mas bastante saudável, as populares galetes ou bolachas de arroz. O truque é combinar as bolachas de arroz com queijo ou com uma peça de fruta, para fazer um lanche mais completo e saciante.
Vê aqui as minhas sugestões.

Quarta-feira: barrinhas de granola caseira
São rápidas de fazer, muito saudáveis e de absorção lenta, por isso dão saciedade durante todo o dia. Basta misturar flocos de aveia, frutos secos (ou frutos vermelhos, sementes, barras de goji, etc.), juntar com mel e levar ao forno durante 20 minutos. Conservam-se durante dias e não precisam de ficar no frio, por isso são ideais para levar para todo o lado. Podem guardar para os restantes dias da semana!
Experimenta também estas barritas raw.

Quinta-feira: iogurte com fruta
Se no seu trabalho há uma copa com frigorífico, leve um iogurte natural sem açúcar e um tupperware com fruta cortada. Na hora do lanche, misture a fruta no iogurte: tão simples quanto isso. Baixo em gordura, sem nenhum açúcar adicionado e 100% natural. Privilegie a fruta da época, como as
bananas, as pêras ou as maçãs.
Espreita também a sugestão de parfait de iogurte.

Sexta-feira: bolachas de aveia
É Sexta-feira e já temos um snack que nos vai durar até ao fim de semana: bolachas de aveia com mirtilos. Podem mudar a receita conforme queiram: pessoalmente gosto de juntar amêndoa em vez de noz, açúcar mascavado em vez de açúcar branco e farinha integral. Um clássico de Inverno e que
toda a gente no escritório vai querer provar!
Espreita também as cookies de limão e chia.

Gostaram das ideias? Podem descobrir estas e outras recomendações com especialistas profissionais.
Para isso, procurem consultas de nutrição no Porto, não caiam em dietas malucas!

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Outubro é o mês ideal para receitas com abóbora. 

Chegou Outubro e com ele a época das abóboras. Vem daí recriar este delicioso prato! 

Vê também: Papas de Aveia de Abóbora

RECEITA DE ABÓBORA ASSADA COM REQUEIJÃO
Ingredientes

1 Abóbora Manteiga
Açúcar de Coco ou Amarelo
Canela em Pó qb
1 Requeijão
nozes descascadas qb

Preparação
Corta a abóbora manteiga em duas partes, ligeiramente acima do meio, e retira as pevides com ajuda de uma colher.
Preenche o interior com açúcar e canela e leva ao forno por 1 hora e meia, a 160º.
Num recipiente, mistura, o requeijão com algumas nozes e uma pitada de canela.
Depois de a abóbora estar cozida e arrefecida, verte a calda do interior para um recipiente e reserva.
Recheia a abóbora com a mistura de requeijão.
Serve cortada em fatias e rega com a calda na hora de servir. 

A canela e as nozes dão vida ao requeijão que muitas vezes tenho dúvidas, se sirvo com entrada ou como sobremesa! 

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