Uma manhã diferente e radical

Tinha aqui encostado um voucher para uma aula experimental com a escola de surf 7ª Essência do Parques e Diversões, mas andei sempre adiar, adiar até que resolvi marcar um fim-de-semana e não é que escolhi logo o pior fim-de-semana?

O dia começou cinzento e com alguma chuva, mas eu pensei que não era coisa para assustar os surfistas e também não ia cancelar a aula à última da hora só porque estava a chover… eu ia molhar-me e ia!
O processo foi muito simples, contatei a escola para marcar a aula e mencionei que tinha o voucher do Parques e Diversões. No dia, foi chegar um pouco mais cedo que a hora da aula no ponto de encontro combinado e levar o voucher impresso.

Levantei-me da cama, tomei um pequeno-almoço leve e nutritivo pois ia precisar de energia e força e optei por uma crepioca e lá fui para a Praia de Carcavelos.

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Depois do fato vestido fomos fazer um ligeiro aquecimento na areia e para os novatos foram dadas algumas instruções e dicas.

Tal como se vê nos “filmes” tivemos a praticar um pouco o “take-off” na areia. Para mim, que estava pela primeira vez ali o take-off parecia-me um burpee ( mas isso já é a minha veia de gymaddict a falar mais alto).

Passo então a explicar o take-off pois é o movimento que nos vai permitir ficar em pé na prancha.

1. Começar a remar assim que a onda se aproximar
2. Colocar as mãos na prancha junto ao peito
3. Esticar as mãos ao mesmo tempo que uma das pernas avança e fica num angulo de +/- 90º
4. Passar a outra perna para entre as nossas mãos
5. Tirar as mãos da prancha e levantar o corpo ligeiramente mantendo os joelhos fletidos.

Acho que é mais ao menos este o movimento, pelo menos foi isto que aprendi que tentei fazer ao longo de toda a aula.
Algo parecido com isto:

Isto na areia até se faz bem, muito bem!
Lá peguei na prancha e fiz-me ao mar, o instrutor disse que eu parecia muito à vontade, ao que eu lhe disse que as ondas de Carcavelos pareciam o mar de Espinho num dia bom e por isso não me metiam medo!
As primeiras tentativas não foram fáceis. É preciso perceber o timming da onda, ser rápido o suficiente com a perna e depois não cometer o erro de levantar rápido de mais ou de ficar muito à frente na prancha, para não ir de “focinho à água” assim que tentarem esticar os braços e beber 2l de água salgada.
Mas parece que me safei bem e até recebi alguns aplausos do instrutor e sim, consegui ficar de pé ainda que poucas vezes!

Foi 1h30 passada dentro de água a tentar dominar a coisa, no final da aula já não tinha braços para levar a prancha comigo nem para levantar o corpo. Já para não falar das dores musculares nos meus bracinhos no dia seguinte e umas quantas nódoas negras à custa da prancha. Porque para além de cairmos , temos que levar a prancha novamente para apanhar a onda, e acho que é esta a parte que cansa mais, pelo menos para quem está a começar ou a fazer uma aula experimental!

Quase que me esquecia de referir que não senti frio rigorosamente nenhum, aquele fato é espectacular! Quando saí da água até fiquei com calor. Bebi logo uma garrafa de água e comi uma banana para repor energias.

Sem dúvida uma experiência a repetir!
Faço anos dia 25 de Maio, quem quiser….. já sabe… Parques e Diversões!

 

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